domingo, 31 de outubro de 2010

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

R.I.P. Lisa Blount (1957 - 2010) & Lamont Johnson (1920 - 2010)

Lisa Blount

A atriz Lisa Blount, integrante do elenco do clássico dos anos 80 A Força do Destino, foi encontrada morta em sua residência de Little Rock (Arkansas), informou nesta quinta-feira a revista especializada The Hollywood Reporter.

Um juiz do condado de Pulaski disse que não foram localizados indícios de violência física. O corpo da intérprete de 53 anos foi descoberto nesta quarta-feira por sua mãe, porém acredita-se que tenha morrido na segunda-feira. Lisa, nativa de Arkansas, se mudou para Little Rock em 2005.

A atriz foi nomeada ao prêmio Globo de Ouro como amiga da protagonista de A Força do Destino (1982), interpretada por Debra Winger. No auge da fama de símbolo sexual, conquistada após Gigolô Americano (1980), o ator Richard Gere atuou nesse drama romântico, vestido com uniforme da Marinha americana.

Outros títulos nos quais Lisa trabalhou foram Príncipe das Sombras (1987) e A Fera do Rock (1989).

Como produtora, ganhou o Oscar de 2002 de melhor curta-metragem por The Accountant, com seu marido, Roy McKinnon, que contribuiu como diretor e protagonista.

Em suas aparições mais recentes, atuou no piloto de Outlaw Country para o canal Fox.

Fonte:http://diversao.terra.com.br


Lamont Johnson
Diretor americano (1920-2010), veterano na direção para TV, onde revelou progressivo talento e competência em Um Certo Verão (história sensível sobre um casal de homossexuais, proibido durante oito anos pela censura brasileira) e A Execução do Soldado Slovik (dramático libelo antiguerra, baseado em fato real). Nascido em 30 de setembro, em Stockton, Califórnia, começou no cinema como ator (entre 1952-57) em fitas como Retreat, Hell!(1952).

Estudou na UCLA, onde fundou e foi diretor do grupo de teatro profissional da escola. Dirigiu duas óperas com a Filarmônica de Los Angeles. Na TV, dirigiu vários filmes, além de alguns episódios da série Além da Imaginação (Twilight Zone). No cinema nunca passou de um bom artesão, não tendo conseguido igualar-se à sua carreira na TV, para onde retornou no começo dos anos 80. Morreu em Monterey, na Califórnia em 24 de outubro.

Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

CAPAS DE VHS NA REDE VOL.1

Enquanto o meu querido irmão não escaneia as minhas capas de vhs, vou postar uma série que eu garimpei na rede...





segunda-feira, 18 de outubro de 2010

R.I.P. Simon MacCorkindale (1952 - 2010)

O ator Simon MacCorkindale, 58 anos, morreu na noite de quinta-feira (14) em uma clínica de Londres. Ele lutava contra um câncer no intestino há quatro anos e acabou morrendo nos braços da mulher, a também atriz Susan George.

De acordo com o site MailOnline, Susan disse que ele morreu tranquilamente junto dela. Que ele perdeu a batalha depois de lutar com muita força, coragem e fé.

MacCorkindale começou a carreira artística tendo aulas de teatro e sua grande chance veio com o papel do assassino Simon Doyle, em 1978, na adapação do livro Death On The Nile, de Agatha Christie, para os cinemas.

No currículo, o ator tem uma dezena de outros filmes e vários trabalhos na TV. O último deles neste ano, uma participação na série New Tricks, da BBC.

No Brasil ele ficou conhecido por sua participação na série Manimal.

Durante três anos, o ator manteve a doença em segredo. Em entrevista no ano passado, disse que não queria fazer alarde, deixando o assunto entre família.

Simon MacCorkindale nasceu em Cambridge, Inglaterra, em 12 de fevereiro de 1952. Susan era sua segunda mulher. Ele foi casado com Fiona Fullerton de 1976 a 1982. Ele não deixa filhos.


Fonte: http://diversao.terra.com.br

Film Posters

Uma excelente coleção esta a venda na 2001 Vídeo, a Film Posters.


Dêem uma olhada...

Todos em inglês, para quem curte posters, pena que é um pouco salgado o preço.


Sexo, drogas, delinqüência, Black power, cultura alternativa e, claro, Rock and roll: estes são apenas alguns dos temas que atrairam a atenção do público de cinema para os últimos oitenta anos. Alguns dos filmes resultantes dessas influências tornaram-se clássicos cult, mas muitos deles são de gosto duvidoso. Por outro lado, os posteres produzidos para promovê-los são maravilhosos e evocam vividamente as fobias sociais, as tentações e os tabus de épocas passadas. Alguns, como a fotomontagem de Alan Aldridge para Chelsea Girls de Andy Warhol, são obras-primas, oferecendo em muitos casos, muito mais do que os filmes atualmente oferecem.

Os filmes de horror, talvez mais que qualquer outro gênero, oferecem aos criadores de posteres artísticos a oportunidade de gerar uma imagem ao mesmo tempo perturbadora e memorável. Este livro apenas mostra o quão rica é a tradição com a qual cinéfilos podem ilustrar seus pesadelos.
Esta esplendida coleção de posteres cinematográficos cobre mais de 80 anos de clássicos do gênero, desde filmes mudos como Nosferatu e O Gabinete do Dr. Caligari, até blockbusters contemporâneos como O Silêncio dos Inocentes.Uma fantástica coletânea, imperdível para os aficionados da sétima arte.


Film Posters - Science Fiction
Com a capacidade única de trazer nossas fantasias mais espantosas para a vida, o cinema tem feito mais do que qualquer outro meio a popularização do gênero da ficção científica através do mundo. De Metropolis a Godzilla e de Invaders From Mars até Star Wars, filmes de ficção científica têm povoado nosso universo, e outros, com algumas das melhores criações dos estúdios - incluindo a vasta linha de aliens, robôs, monstros e espaçonaves.

Considerando-se o rico visual deste tema, não é de se espantar que seqüência de gerações dos mais talentosos ilustradores, pintores, diretores de arte e designers, todos com imaginação de sobra, têm assinado para produzir pôsteres para filmes de ficção científica. Suas criações não só permitem um registro de como eles e seus contemporâneos vêem o futuro, como também nos apresenta um comentário visual em curso de tudo o que tem ocorrido no design gráfico desde os filmes de Lumière.

As imagens deste livro representam um apanhado de pôsteres de ficção científica de diferentes artistas em diferentes países e culturas, mostrando o que tem encantado o público nos cinemas de 1902 até hoje.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

LANÇAMENTOS EM DVD

Aquela distribuidora, a CULT, ataca de novo.


UMA FILHA PARA O DIABO (To The Devil... A Daughter - Inglaterra / Alemanha 1976)
de
Peter Sykes
Com
Christopher Lee, Richard Widmark, Eva Maria Meineke, Natassja Kinski,

AS BODAS DE SATÃ (The Devil Rides Out - Inglaterra 1986)
de
Terence Fisher
Com
Christopher Lee,Charles Gray,Nike Arrighi,Leon Greene,Patrick Mower

SEPULTURA PARA ETERNIDADE (Quatermass and the Pit - Inglaterra 1967)
de
Roy Ward Baker
Com
James Donald, Andrew Keir, Barbara Shelley, Julian Glover, Duncan Lamont

e a refilmagem tão boa quanto o original

O PÁSSARO AZUL (The Blue Bird - Estados Unidos / Rússia / Inglaterra 1976)
de
George Cukor
Com
Elizabeth Taylor, Jane Fonda,Ava Gardner,Cicely Tyson,James Coco, Robert Morley


Mas voces já sabem, preço absurdo e sem nenhum extra.

sábado, 2 de outubro de 2010

R.I.P. Stephen J. Cannell

A bruxa está a solta...infelismente.



O produtor e roteirista da série Esquadrão Classe A, Stephen J. Cannell, morreu nesta quinta-feira (30) à noite aos 69 anos por causa de um melanoma, comunicou nesta sexta (1) sua família.

Esquadrão Classe A

Cannell, vencedor do Emmy por Arquivo Confidencial (1974), morreu em sua casa em Pasadena (Califórnia).

O Homem da Máfia

"Além de ser um produtor de televisão lendário e um escritor prolífico, Stephen também foi um marido dedicado, grande pai e avô, e um amigo leal", declarou sua família.

Anjos da Lei

"Stephen era o pilar em que sua família se sustentava. Ele encantava todo mundo que o conhecia", acrescentaram os familiares.

Cannell era casado há 46 anos com Marcia, que ele conheceu ainda na escola. Ele deixa três filhos e três netos.

O produtor criou e participou da produção de cerca de 40 séries de televisão, entre elas O Super-Herói Americano, O Homem da Máfia e Anjos da Lei.

Também escreveu o roteiro de 450 episódios e produziu ou atuou em mais de 1,5 mil.

O Super-Herói Americano

Além disso, Cannell escreveu 16 romances e trabalhou como voluntário, ajudando pessoas com dislexia, já que ele mesmo sofreu com o problema.

Fonte: http://diversao.terra.com.br



quinta-feira, 30 de setembro de 2010

R.I.P. Tony Curtis ( 1925 - 2010)

Puta que pariu...lá se foi outro...

O ator americano Tony Curtis morreu em sua casa em Henderson, no estado de Nevada, segundo um porta-voz da família. Ele morreu na cama, por volta da meia-noite, de ataque cardíaco.

Curtis, de 85 anos, foi um dos mais populares atores de Holywood nos anos 1950.

Filho de um alfaiate húngaro imigrante, ele teve uma infância bastante difícil no bairro do Bronx, Nova York, onde a família morava nos fundos da alfaiataria. Sua mãe e um dos seus dois irmãos eram esquizofrênicos, o que fez com que ele e o outro irmão fossem internados num orfanato aos oito anos de idade, por impossibilidade do pai de tomar conta de todos.

Curtis serviu na marinha durante a Segunda Guerra Mundial e foi um espectador privilegiado da rendição japonesa na Baía de Tóquio em 1945. De volta aos Estados Unidos, passou a estudar teatro, e em 1948, devido à bela aparência e aos olhos marcantes que o tornariam ídolo do público feminino nos anos seguintes, foi contratado pelo estúdio Universal de Hollywood, que lhe colocou em aulas de esgrima e montaria e trocou seu nome de batismo para Tony Curtis.

Apesar de parecer ser apenas mais um "menino bonito" a chegar ao cinema, Tony provaria o seu talento em filmes como A Embriaguez do Sucesso com Burt Lancaster, Acorrentados com Sidney Poitier - que lhe renderia uma indicação ao Oscar - , O Estrangulador de Boston ou O Homem Que Odiava as Mulheres, em que interpretava um psicopata real e aquele que seria o seu mais duradouro trabalho na lembrança dos cinéfilos: o clássico de Billy Wilder, Quanto Mais Quente Melhor, com Marilyn Monroe e Jack Lemmon.

Ele também fez diversos trabalhos na televisão, o mais bem sucedido deles na série The Persuaders, com Roger Moore, bastante popular no início dos anos 70, que terminou porque Moore foi escolhido para fazer James Bond no cinema.

Tony tornou-se pintor nos anos 80 e conseguiu grande sucesso nesta segunda atividade, que segundo ele é o seu principal interesse há anos, com seus quadros sendo vendidos por até U$50.000 e um deles exposto no Metropolitan Museum of Art de Nova York.

Curtis lamentava nunca ter ganho um Oscar e considera que o mundo do cinema jamais reconheceu verdadeiramente seu trabalho, mas conquistou diversas honrarias e tem uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.

Morou no estado de Nevada e considerava Cary Grant (com quem filmou em 1959 a ótima comédia Operation Petticoat) o seu ator favorito de todos os tempos.


Tony Curtis foi casado seis vezes. Em duas delas com as atrizes Janet Leigh, seu mais famoso relacionamento e com quem teve duas filhas, Kelly e a também atriz Jamie Lee Curtis; com a austríaca Christine Kaufmann, com quem também teve 2 filhas, Alexandra(1964) e Allegra(1966), nos anos 50 e 60 respectivamente; casou-se com Leslie Allen e também teve dois filhos: Nicholas(nascido em 1971, morreu em 1994 de overdose de heroína), e Benjamin(1973). Ele revelou que ja engravidou Marilyn Monroe. Um dos mais conhecidos e picantes fatos dos bastidores do cinema envolvendo Tony Curtis se deu em 1959 durante as filmagens de Quanto Mais Quente Melhor. O estilista do filme, ao comentar com Marilyn Monroe durante provas de roupas (Tony e Jack Lemmon atuam quase o tempo todo travestidos de mulher) que Tony tinha nádegas mais bonitas que ela, fez Marilyn retrucar na hora, abrindo a blusa, "é, mas ele não tem isso!", mostrando os seios. A grande tragédia de sua vida, depois da dramática infância que passou, foi a morte de seu filho Nicholas aos 23 anos, em 1994, por overdose de heroína.

Foi casado com Jill Vandenbergh Curtis, 42 anos mais nova.




Fonte: G1
Wikipédia

O MEU TOP 10

Quanto mais Quente Melhor ( Some Like It Hot, 1959)
Direção Billy Wilder

Spartacus (1960)
Direção Stanley Kubrick

Vikings, Os Conquistadores (The Vikings, 1958)
Direção Richard Fleischer




A Corrida do Século (The Great Race, 1965)
Direção Blake Edwards

Anáguas a Bordo (Operation Petticoat, 1959)
Direção Blake Edwards

O Estrangulador de Boston ( The Boston Strangler,1968)
Direção Richard Fleischer

Acorrentados ( The Defiant Ones,1958)
Direção Stanley Kramer

Quem Era Aquela Pequena? (Who Was That Lady?,1960)
Direção George Sidney

Lepke (1975)
Direção Menahem Golan

Os Imortais (The Immortals,1995)
Direção Brian Grant