quarta-feira, 3 de abril de 2013
R.I.P. JESS FRANCO (1930 - 2013)
Especialista em histórias de terror, erotismo, fantasia e aventuras, o cineasta espanhol Jesús Franco, famoso por sua filmografia singular, morreu nesta terça-feira (2/4) aos 82 anos vítima de um derrame, informou a Academia Espanhola de Cinema.
Mais conhecido como Jess Franco, apesar de outros pseudônimos como Jess Frank, Clifford Brown ou James P. Johnson, "o prolífico e heterodoxo diretor, roteirista, produtor, ator, montador e músico faleceu nesta terça-feira em Málaga, a cidade na qual vivia, aos 82 anos", anunciou a Academia.
Este cineasta irreverente e rebelde, que deixou uma filmografia com mais de 200 títulos, "morreu no Hospital Pascual da capital andaluz, onde foi internado na quarta-feira passada".
Jess Franco era considerado por muitos o 'pai' do cinema B espanhol e um cineasta cult.
Nascido em Madri em 1930, Franco, tio do escritor Javier Marías e do falecido cineasta Ricardo Franco, abandonou os cursos de Filosofia e Direito para estudar Cinema em Madri e Paris, ante de iniciar em 1959, com a comédia "Tenemos 18 años", uma prolífica carreira que o levou a realizar até 10 filmes por ano.
"Gritos en la noche" (1962), "Necromicón" (1968), "Diario íntimo de una ninfómana" (1972), "Un silencio de tumba" (1972), "Killer Barbys contra Drácula" (2002) são alguns dos filmes de destaque da carreira de Franco.
Franco colaborou, entre outros, com diretores como Berlanga, Bardem, Nicholas Ray, Robert Siodmak e Orson Welles.
As provocações durante a carreira o levaram ao exílio durante a ditadura franquista.
Recebeu um Goya - o Oscar do cinema espanhol - em 2009 e era admirado por cineastas como Fritz Lang (falecido em 1976) e Quentin Tarantino.
Aos 82 anos, Franco acabara de estrear, fora do circuito comercial, seu último filme: "Al Pereira vs the Alligator Women".
Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
R.I.P. Michael Winner (1935 - 2013)
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| DESEJO DE MATAR - 1974 |
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ASSASSINO A PREÇO FIXO - 1972
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| A SENTINELA - 1977 |
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| OS QUE CHEGAM A NOITE - 1971 |
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| DESEJO DE MATAR 3 - 1985 |
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
R.I.P. Ted Boy Marino ( 1939-2012)
O ex-ator e lutador de luta livre Mario Marino, conhecido como Ted Boy
Marino, faleceu na tarde desta quinta-feira, aos 72 anos. Marino sofreu
uma parada cardíaca durante uma cirurgia de emergência no hospital
Pró-Cardíaco, em Botafogo, na Zona Sul do Rio. O corpo do ex-lutador
será velado nesta sexta-feira, a partir das 9h, no cemitério São João
Batista, em Botafogo.
Ele sofreu uma crise vascular pela manhã. Ao chegar ao hospital, os
médicos decidiram realizar uma operação para tentar reverter o quadro,
mas não obtiveram sucesso.
Astro nos anos 60 e 70 de telecatch, uma luta com golpes coreografados
transmitida na televisão, Ted Boy Marino nasceu em 1939 na cidade de
Fuscaldo Marina, na província da Calábria, na Itália. Em 1953, viajou
com a família para Buenos Aires, onde começou a praticar halterofilismo e
luta livre. A partir de 62, passou a participar de combates exibidos em
emissoras de TV da Argentina.
Três anos depois chegou ao Brasil. E logo foi contratado como lutador
de telecatch pela TV Excelsior. Louro e forte, era um dos principais
'mocinhos' dos combates, duelando contra 'vilões' como Aquiles, Barba
Negra, Múmia, Verdugo e Rasputim.
Na segunda metade da década de 60, se tornou um dos principais ídolos
esportivos do país, estrelando capas de revistas ao lado de Pelé e Eder
Jofre, campeão mundial de boxe, entre outros. Também era um dos
profissionais que mais recebia cartas de fãs na TV brasileira, superando
muitos galãs de novelas.
Nos anos 80, com o declínio do interesse pelas lutas de telecatch,
ficou mais conhecido pela participação no programa "Os Trapalhões", da
TV Globo, ao lado do quarteto Renato Aragão, Dedé Santana, Mussum e
Zacarias. Também participou da "Escolinha do Professor Raimundo".
Fonte: Globoesporte.com
quarta-feira, 20 de junho de 2012
R.I.P. Richard Lynch
quinta-feira, 14 de junho de 2012
R.I.P. Carlos Reichenbach
O cineasta brasileiro Carlos Reichenbach morreu na tarde desta quinta-feira (14) em São Paulo, aos 67 anos. A informação foi divulgada em nota pela assessoria de imprensa do diretor, que não cita a causa do óbito. Segundo a assessoria, ele se sentiu mal e morreu a caminho do hospital.
Reichenbach fez filmes como “Liliam M – Relatório confidencial” (1975), “A ilha dos prazeres proibidos” (1979), “Império do desejo” (1981), “Filme demência” (1985), “Anjos do arrabalde” (1987), “Alma corsária” (1993) e “Garotas do ABC” (2003) e "Falsa loura" (2007).
Carlão, como também era conhecido, morreu exatamente no dia de seu aniversário. Seu corpo vai ser velado no Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo, a partir das 23h desta quinta.
Nascido em Porto Alegre, em 1945, ele logo se mudou para São Paulo, cidade presente em boa parte de sua filmografia. Seu primeiro trabalho como diretor, um curta-metragem, chama-se "Esta rua tão Augusta" (1969).
O nome de Reichenbach, que também foi professor do curso de cinema da Universidade de São Paulo (USP), é também associado a produções do cinema marginal e da Boca do Lixo, região central da cidade de São Paulo. Ali, faziam-se filmes de baixo orçamento e de temática ousada e autoral, tendo Reichenbach sido um dos seus principais expoentes.
Rogério Sganzerla ("O Bandido da Luz Vermelha"), Ozualdo Candeias ("A margem") e José Mojica Maris, o Zé do Caixão, são outros representantes daquele movimento cinematográfico que ganhou corpo a partir da década de 1960.
Cinéfilo declarado, Reichenbach apresentava, desde 2004, a Sessão do Comodoro, no CineSesc, em São Paulo, dedicada a raridades do cinema. O cineasta utilizava o seu blog para divulgar a programação: a postagem mais recente data de 29 de maio e trata do filme "Banho de sangue" (1971), de Mario Bava.
No dia 18 de setembro do ano passado, ele escreveu sobre seus problemas cardíacos. No texto, Reichenbach antecipava planos de um futuro trabalho: "um novo projeto de filme - a ser realizado após UM ANJO DESARTICULADO - que não me deixa mais dormir direito ou morrer, e que vai contar um pouco a história da vinda da minha mãe, da Estônia ao Brasil, na década de 20, e ilustrar uma fantasia pessoal, emocional e afetiva a respeito de Lenin". "Um anjo desarticulado" não chegou a estrear.
Homenagem e prêmios
Há dois anos, o cineasta foi o grande homenageado do 43º Festival de Brasília. Na ocasião ele afirmou ao G1 que não tinha planos de aposentadoria, a despeito dos prejuízos causados por uma doença na visão: "Vou até morrer filmando! Seria a morte ideal, né. Morrer trabalhando".
Em 2003, Reichenbach ganhou prêmio especial do júri no mesmo festival, pelo filme "Garotas do ABC". Dez anos antes, "Alma corsária" já havia lhe rendido o Candango - premiação principal de Brasília - nas categorias melhor diretor, melhor filme e melhor roteiro.
Sua obra também conseguiu alcançou reconhecimento internacional: na década de 1980, ele foi tema de uma mostra no Festival de Roterdã, na Holanda, evento que, em sua edição de 2011exibiu uma cópia restaurada de “Liliam M” (1975).
Carlos Reichenbach era casado com Lygia Reichenbach e deixa três filhos e uma neta.
Fonte: G1
terça-feira, 13 de março de 2012
domingo, 9 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
R.I.P. Bubba Smith (1945 - 2011)
sábado, 25 de junho de 2011
Peter Falk (1927-2011)
domingo, 10 de abril de 2011
R.I.P. Sidney Lumet ( 1924 - 2011 )

O cineasta norte-americano Sidney Lumet morreu neste sábado (9), segundo a versão digital do "New York Times".
Segundo a publicação, Lumet morreu pela manhã em sua casa, em Manhattan (Nova York).
A publicação indicou que, segundo a enteada de Lumet, Leslie Gimbel, o cineasta morreu por conta de um linfoma. Ele tinha 86 anos.
Lumet foi um dos principais diretores da segunda metade do século 20. Ele dirigiu mais de 40 filmes nos quais mostrou sua versatilidade, retratando diferentes gêneros. Muitos dos filmes foram retratados em sua Nova York natal.
Lumet nasceu em 1924 e estreou no cinema em 1957 com "12 Homens e uma Sentença".
Ele produziu também "Um Dia de Cão", com Al Pacino, e "O Veredicto", com Paul Newman (1982), entre outros.
Entre seus trabalhos mais relevantes estão ainda os filmes "Assassinato no Orient Express" (1974), "Serpico" (1973) e "Rede de Intrigas" (1976).
O último trabalho dele foi à frente do filme "Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto", em 2007.
Lumet recebeu um Oscar pelo conjunto de sua obra na 77ª edição da cerimônia, que ocorreu em 2005.
Apesar de ter sido indicado cinco vezes na categoria de melhor diretor, ele nunca venceu.
Ao todo, seus filmes receberam mais de 50 candidaturas ao Oscar, e costumavam ser pouco sentimentais e extremamente bem elaborados, tratando de assuntos inteligentes e complexos.
O "New York Times" lembrou que, em uma ocasião, Lumet escreveu: "Embora a meta de todos os filmes seja entreter, o tipo de filme que acho que vai um passo além obriga o espectador a examinar uma ou outra faceta de sua própria consciência, estimula o pensamento e faz fluir a criatividade".
Nesse sentido, segundo o jornal, Lumet encontrava inspiração nos temas sociais e "seus melhores filmes não só examinavam as consequências do preconceito, a corrupção e a traição, mas também celebravam os atos individuais de coragem".
Fonte : Folha de São Paulo
quarta-feira, 23 de março de 2011
R.I.P. Elizabeth Taylor (1932 - 2011)

Apesar da internação e de complicações recentes, a condição de Taylor era considerada estável e esperava-se que a atriz se recuperasse e pudesse voltar para casa. Em 2009, Taylor havia sido submetida a uma cirurgia para substituir uma válvula defeituosa no coração. Ela usava uma cadeira de rodas há mais de cinco anos para lidar com sua dor crônica.
Fonte: IG
domingo, 6 de fevereiro de 2011
R.I.P. Tura Satana (1935 - 2011)

A japonesa Tura Satana faleceu ontem (4 de Fevereiro de 2011) em Reno, no Nevada (EUA). A actriz de culto contava com 75 anos.
Tura nasceu em Hokkaido, no Japão, em 1935 mas cresceu num bairro de Chicago nos EUA. Crescendo numa família pobre, cedo fugiu de casa quando foi deixada a viver com um tio violento. Aos 15 anos de idade tornou-se uma bailarina burlesca usando uma identificação falsa para conseguir autorização para trabalhar. O seu sucesso no Follies Theater em Chicago foi tão grande que o cantor Elvis Presley (!) chegou a pedi-la em casamento. Tura recusou, mas ficou com o anel.
Quando o teatro se mudou para Los Angeles, Tura rapidamente entrou no mundo da televisão e do cinema. Enquanto ainda trabalhava no bar Pink Pussycat em West Hollywood, Billy Wilder - seu fã - convidou-a para interpretar Suzette Wong, em 'Irma La Douce' (1963), ao lado de Shirley MacLaine. A partir daí Tura passou a integrar constantemente o elenco de filmes, geralmente assumindo personagens exóticas e sexuais.

A sua performance mais recordada foi no filme 'Faster, Pussycat! Kill! Kill! (1965) de Russ Meyeer, onde interpretava uma fervorosa gangster que andava de mota e usava um grande decote. O sucesso deste filme foi sucedido por 'The Astro-Zombies' de 1968. Mas poucos anos mais tarde, Tura Satana põe um fim à sua carreira para se dedicar à família.

Apesar do mito em torno de Varla - a durona do filme do Russ Meyeer - ter crescido ao longo dos anos, Tura nunca mais voltou ao mundo do cinema e fez apenas algumas escassas aparições em filmes e eventos de fãs.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
R.I.P. John Barry (1933 – 2011)

O compositor britânico John Barry, famoso por seus trabalhos nas trilhas sonoras dos filmes do agente James Bond, "A História de Elza", "Entre Dois Amores", "Dança Com Lobos" e "Perdidos na Noite", morreu aos 77 anos de ataque cardíaco, informou nesta segunda-feira à rede "BBC".
Nascido em York (norte da Inglaterra) em 3 de novembro de 1933, Barry ganhou fama como líder do grupo The John Barry Seven, mas é mundialmente conhecido pela música dos filmes do agente 007 "Goldfinger" e "You Only Live Twice".
Seu trabalho, com estilo que se caracterizou pelo uso de instrumentos de sopro-metal, permitiu ganhar cinco Oscar e recebeu prêmio especial Bafta (o Oscar britânico) em 2005.
Barry, que casou-se quatro vezes, compôs mais de dez trilhas sonoras dos filmes de James Bond.
Fonte:www.folha.uol.com.br/
domingo, 16 de janeiro de 2011
R.I.P. Susannah York (1939 - 2011)


Fonte: G1
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
R.I.P. Peter Yates (1929 - 2011)
O cineasta britânico Peter Yates morreu no domingo (9/1), aos 81 anos em Londres, após uma longa luta contra o câncer. Ele será sempre lembrado como o diretor que revolucionou as cenas de perseguições de automóveis no cinema, por ter assinado “Bullitt” (1968). No thriller com Steve McQueen, a perseguição em alta velocidade pelas ruas de São Francisco continua impressionante. Mesmo quatro décadas depois.Fonte: Pipoca Moderna

Os Amigos de Eddie Coyle (1973)

domingo, 9 de janeiro de 2011
R.I.P . Juan Piquer Simón ( 1935 - 2011 )
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
R.I.P. Jean Rollin ( 1938 - 2010 ) e Blake Edward ( 1922 - 2010 )
Fonte: IMDB
“Não importa para onde você corra, você sempre acaba correndo pra dentro de si”, diz Paul Varjak em determinado momento de Bonequinha de Luxo. O filme foi um dos muitos sucessos da carreira do diretor Blake Edwards, falecido no último dia 15 de dezembro após contrair pneumonia.
O respeitado diretor, produtor e roteirista construiu um legado no cinema que abarca não só a sua própria carreira, mas também a de muitos daqueles que participaram de seus filmes. Peter Sellers que o diga: o comediante britânico ganhou fama mundial graças à franquia Pantera Cor-de-Rosa, criada por Edwards. Os filmes do inspetor Closeau ainda hoje atraem multidões ao cinema, mesmo cinquenta anos depois do primeiro longa ter sido lançado.
A própria Audrey Hepburn, intérprete de Holly Golightly em Bonequinha de Luxo, teve a carreira alavancada ao ser dirigida por Blake Edwards, estabelecendo-se como uma das maiores estrelas de Hollywood. Hoje é também considerada ícone da cultura pop.
Fonte: Cinema em Cena
terça-feira, 30 de novembro de 2010
R.I.P. Mario Monicelli ( 1915 - 2010)
Foda...

Monicelli era um dos mestres da comédia italiana. Entre seus maiores sucessos estão filmes como "O Incrível Exército de Brancaleone" (1966), "Meus Caros Amigos" (1975) e "Parente É Serpente" (1992). Em 1991, recebeu um Leão de Ouro no festival de Veneza pelo conjunto de sua obra.
Dirigiu alguns dos maiores atores da história do cinema italiano, como Marcello Mastroianni, Vittorio Gassmann e Alberto Sordi.
Nascido em 1915 na cidade de Viareggio, na Toscana, e começou a trabalhar com cinema na década de 1930, como diretor assistente e roteirista. Em 1949, assinou seu primeiro longa, "Totò Cerca Casa". Foi o início de uma longa parceria com o comediante Totò, que culminou com o sucesso internacional "Os Eternos Desconhecidos", de 1958.
Seu último filme, "La Rose del Deserto", foi lançado em 2006, quando o cineasta estava com 91 anos.
Fonte: Último Segundo


































