


Los Angeles (EUA), 24 mar (EFE).- O ator Robert Culp, conhecido por seu papel de estrela internacional do tênis e agente secreto na série de TV "Os Destemidos" ("I Spy", 1965-1968) e O Super-Herói americano (The Greatest American Hero, 1981 - 1983) morreu hoje após sofrer uma queda perto da sua casa em Hollywood.
Fonte: Globo.com e EFE
Papai Noel Brasileiro + Putaria italiana + Zumbis + Zumbi anão que morde o peito de sua mãe + Pregos de ferro ninja + Climão + Cinema Italiano dos anos 80 = O Clássico dos Clássicos simplesmente perverteu minha pobre cabeça de adolescente.
Heróis mais certeiros do que Arnold Swachnegger em "Comando Para Matar" + Vilões Punks vindo de Atlântida + Situações bizarras + Pesadelo urbano + Roteiro cheio de furos + (De)Efeitos Especiais + Ação + Ação + Ação = Mande ae um chá do Daime por favor...
George Lazemby, ex 007, fazendo um espião inglês aposentado + Gene Simmons do Kiss fazendo um vilão punk hemafrodita + Vanity + Situações bizarras + Ação + Ação + Cérebro Morto = Aproveite que os filmes de ação de hoje não são um terço desse.
Cláudio Fragasso que até hoje pensa que é roteirista, também não é diretor + Alice Cooper Louco + Lobisomens + (De)Efeitos Especiais + climão = Sei la é ruim mas é bom.
Bruno Mattei pensando que é diretor + Claudio Fragasso pensando que é roteirista + Futuro pós-apocalíptico italiano + Ratos ou seriam porquinhos da índia = Segundo Felipe M. Guerra " O pior filme de todos os tempos" e ele tem razão e junta ae o meu parecer clássico da ruindade imperdivél.
Herói estranho + Vilões Gays + Futuro pós-apocalíptico italiano + Violência em camera lenta = Loucura aluginógena
História original e boa + David A. Prior + Atores incapazes de atuar + ação capenga = David A. Prior preciso dizer mais.
Cláudio Fragasso de novo + Rossella Drudi esposa de Fragasso escreve roteiros ainda piores que o maridão + Zumbis ou será demônios + Sem climão + música oitentista horrorosa = Lixo mas melhor do que muita coisa hoje em dia.

Em seguida, de 1974 a 1975, comandou um famoso programa humorístico de rádio nos EUA, chamado The National Lampoon's Radio Hour.
Saturday Night Live
O passo seguinte de Belushi foi juntar-se, em 1975, ao elenco original do Saturday Night Live, um programa de comédia na televisão. Durante os quatro anos seguintes, em que permaneceu no show, Belushi alcançou fama nacional e, entre seus inúmeros personagens memoráveis, figuram o Samurai Futaba e 'Joliet' Jake Blues.
Cinema
O primeiro sucesso de John Belushi no cinema foi em O Clube dos Cafajestes, de 1978. Em seguida, chegou a atuar em outros filmes, antes de estrelar Os Irmãos Cara-de Pau, em 1980. Foi nesse filme, aonde Belushi reviveu o personagem 'Joliet' Jake Blues do Saturday Night Live, que o ator alcançou o auge de sua curta carreira no cinema.
The Blues Brothers
Fundada por John Belushi e Dan Aykroid, em 1978, a banda The Blues Brothers era formada por respeitáveis músicos de rhythm and blues, além é claro, de Jake e Elwood Blues, respectivamente, John e Dan.
Originalmente, criada apenas para um quadro musical no Saturday Night Live, a banda acabou gravando um álbum chamado Briefcase Full of Blues (1978), que alcançou o número 1 na parada da Billboard. Embalados pelo sucesso, a banda seguiu fazendo shows e lançando discos, até a morte de Belushi, em 1982.
Anos mais tarde, em mais de uma ocasião, Aykroid voltaria a reunir a banda, para realizar novos shows.
Drogas e morte
Em 5 de março de 1982, Belushi foi encontrado morto em seu bangalô, no Chateau Marmont, um hotel na cidade de Los Angeles. A causa da morte foi um speedball, uma injeção combinada de cocaína e heroína. Na noite de sua morte, Belushi foi visitado por vários amigos, incluindo celebridades como Robin Williams (também viciado em drogas) e Robert De Niro. Sua morte foi investigada pelo patologista forense Dr. Ryan Norris, que concluiu que a causa da morte havia sido uma overdose acidental.
Dois meses mais tarde, Cathy Smith, uma ex-groupie da banda de Belushi, admitiu em entrevista ao National Enquirer que ela havia sido a responsável pela injeção fatal de speedball. Após a publicação do artigo "I Killed Belushi", o caso foi reaberto e Smith foi presa e acusada de homicídio em primeiro grau. Posteriormente, a acusação foi alterada para homicídio involuntário, e Smith cumpriu 18 meses na prisão.
Belushi está enterrado no Abel's Hill Cemetery, em Martha's Vineyard, uma ilha no Estado de Massachusetts. Em sua lápide está escrito "He Gave Us Laughter", que pode ser traduzido como "Ele nos fez rir".


Kathryn Ann Bigelow (San Carlos, 27 de Novembro de 1951) é uma cineasta norte-americana. Foi casada com o diretor, produtor e roteirista canadense James Cameron de 1989 a 1991. Se tornou a primeira mulher a ganhar um Oscar de melhor direção por Guerra ao Terror.
Corey Ian Haim (Toronto, Ontário, 23 de dezembro de 1971 — Los Angeles, 10 de março de 2010) foi um ator canadense, conhecido por sua carreira como ídolo teen dos anos 1980.
Amanda Peterson (Greeley, Colorado, 8 de julho de 1971) é uma atriz estadunidense.
Cara fiquei supreso com essa noticia, afinal Os Garotos Perdidos é o meu filme de cabeceira...
O ator Corey Feldman declarou ter chorado quando soube da morte de seu colega Corey Haim, nessa quarta-feira, dia 10. A dupla tornou-se popular nos anos 80 ao contracenar em filmes como “Os Garotos Perdidos" (1987) e “Sem Licença para Dirigir” (1988).
“É a perda trágica de uma alma maravilhosa, bonita e atormentada, que será para sempre meu irmão, parente e melhor amigo”, declarou Feldman em um comunicado.
Segundo o ator, a morte de Haim deve ser tomada como uma lição sobre como tratar as pessoas com quem compartilhamos o mundo enquanto elas ainda estão por aqui. “Espero que a arte que Corey deixou para trás seja lembrada com a paixão com a qual ele profundamente viveu”, concluiu.
Haim também atuou ao lado de Feldman em 2008 no filme "Lost Boys: The Tribe", continuação de "Os garotos perdidos".
Fonte: EBand

Na Faculdade de Jornalismo em todo mundo, vários professores decidem passar filmes para endossar a sua disciplina. Vou tentar aqui postar todos os filme que assisti em sala de aula.
O Jornal ( The Paper,1994,EUA)
A rotina de um pequeno tablóide de Nova Iorque, The Sun, onde mostra o cotidiano e problemas pessoais da equipe que compõe o jornal.
Quando ocorre um duplo assassinato de dois homens brancos em um bairro do subúrbio da cidade em que dois jovens negros que passavam no local são acusados injustamente pelo crime e a luta desse pequeno jornal para mostrar que os jovens acusados não cometeram o fato.
Essa foi a terceira vez que assisti a essa produção americana de 1994, e de novo fico com a mesma impressão de quando assisti da primeira vez.
Apesar de ser um tema atual e discursivo, além de um elenco estelar, as rédeas tomadas pelo diretor e pelo roteiro que devia manter mais sério em um tema tão forte, imagine esse mesmo filme, roteiro e atores sobre a batuta do mestre Sidney Lumet, de grandes filmes como Um Dia de Cão e Serpico, mas na mão de um diretor irregular, saiu um filme com alguns momentos bem construídos entrelaçado com outros sem importância.
O elenco estelar também não contribui, Robert Durval está perdido no papel do homem com um câncer e um relacionamento difícil com a filha, Marisa Tomei completamente deslocada e principalmente a atriz Glen Close que parece esta atuando no controle remoto.
Em contrapartida Michael Keaton e Randy Quaid é que tentam salvar o filme, são deles os melhores momentos.
Enfim, uma grande história com uma pauta que faz pensar, mas infelizmente o filme não se decide entre comédia ou drama e acaba em um final feliz açucarado típico do cinema burocrático que Ron Howard faz, é realmente não gosto da direção dele, alguns filmes dele até que fluem direito, não estou dizendo que o Jornal seja ruim; é apenas regular. Em compensação, existem outros filmes sobre a arte e/ou ciência de criar notícia que são melhores do que essa produção, como exemplos: A Montanha dos Sete Abutres do genial Billy Wilder, estrelado por Kirk Douglas, Herói por Acaso de Stephen Frears, com Dustin Hoffman, Andy Garcia, Boa Noite e Boa Sorte de George Clonney e Todos os Homens do Presidente Alan J. Pakula com Robert Redford, Dustin Hoffman entre outros.
Caçada na Noite (The Long Good Friday,1979,ING)
O Grande Perdão (Le grand pardon,1982,FRA)
O General (The General,1998,IRL)
Assassinato S.A (Murder, Inc.,1960,EUA)
O Rei do Rio (Idem,1985,BRA)